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7 de junho de 2017 - 17:29

Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 prevê juros menores

Colatto defende aplicação de recursos para o Seguro Rural

Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 prevê juros menores

Brasília, 7 de junho de 2017 – O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2017/2018, lançado nesta quarta-feira (7) no Palácio do Planalto em Brasília, irá liberar mais de R$ 190 bilhões para investimento na área agrícola e pecuária. Neste Plano, os juros serão menores, variando de 6,5% a 8,5% ao ano.

Para o custeio e a comercialização da produção, serão destinados R$ 150,25 bilhões, sendo que R$ 116,25 bilhões terão juros controlados e R$ 34 bilhões terão juros livres, que dependerão de negociação entre o produtor e a instituição financeira. Para investimentos, o valor a ser aplicado será de R$ 38,15 bilhões. Desse valor, R$ 1,4 bilhão será para apoio à comercialização. Também serão disponibilizados R$ 550 milhões para o Seguro Rural.
Para o deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), “uma das maiores conquistas deste plano, é o valor destinado ao Seguro Rural”. No começo do mês, notícias de que haveria um corte de 90% nos recursos para pagar a subvenção assustaram os agricultores. “Não seria possível garantir a subvenção com apenas R$ 40 milhões. Avançamos muito nos últimos anos e precisamos continuar assim”, pontuou Colatto. De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a área assegurada pelo Programa de Seguro Rural teve um incremento de 93%, na comparação entre 2015 e 2016.

Além disso, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá juros de 7,5% ao ano e contará com R$ 21,7 bilhões (um aumento de 12% em relação ao plano anterior), sendo R$ 18 bilhões para custeio e R$ 3,7 bilhões para investimento. Já a taxa para os demais produtores será de 8,5% ao ano. Em relação ao programa de Inovação Tecnológica (Inovagro), este contará com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor, e taxa de juros de 6,5% ao ano. O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) passa a contar com R$ 9,2 bilhões, com taxa de 7,5% ao ano. O valor destinado ao Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) terá taxa de 6,5% ao ano para os R$ 1,6 bilhões destinados.

Setor fortalecido

O PIB do agro brasileiro cresceu 13,4% no primeiro trimestre deste ano. Fator que ocasionou a alta de 1% da economia brasileira neste período. Colatto destaca que ao liberar recursos para serem investidos nesse setor, o governo está investindo no desenvolvimento de todo o país. “O agro vem sendo o grande responsável por colocar a economia do Brasil de volta aos trilhos”, conclui.

Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018

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