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28 de janeiro de 2016 - 16:32

Artigo: A hora da virada

Artigo: A hora da virada

O governo brasileiro só tem uma alternativa que é aprender e identificar um caminho para a virada, afastando-nos de um estado de corrupção de servidão e benesses públicas descontroladas. Para isso é preciso um plano de desenvolvimento, de conceitos e metas, que fortaleça o setor produtivo explorando o que há de melhor no talento do empreendedorismo e na capacidade inventiva do povo brasileiro.

A estagnação do processo produtivo está no declínio da força da economia. Mas, o problema está na sociedade ou em quem nos governa por administrações sucessivas? Ou o problema é a forma como somos governados? Não há o que esperar, o governo tem que fazer sua parte, acabar com a burocracia e a corrupção, fazer uma profunda reforma tributária e fiscal, cortar gastos, resolver o déficit da previdência e buscar solução para a dívida pública que absorveu 45% do Orçamento Geral da União (OGU) de 2015 e vai consumir 47% de 2016.

Além disso, pelas altas da taxa Selic, avalizadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou a dívida pública neste ano em R$ 500 bilhões. Caso não mudar esta política monetária suicida, favorecendo o sistema financeiro e especuladores e gastando mais do que se arrecada outros R$ 500 bilhões de dívida pública são esperados para 2016.

O domínio do Estado pode ser por uma minoria sem armas, como por promessas utópicas que constroem ilusões coletivas, prometendo moradia, segurança, comida, prosperidade, sem qualquer custo a população. O ilusionismo político implantado no país não é um fato novo, pois apareceu e está em muitos países de tendências ideológicas pelo socialismo.

A retirada de renda do setor produtivo com o aumento da carga tributária imposta, diminui a capacidade de investimentos e por consequência a geração de riquezas, arrecadação e o desemprego.

A saída para o Brasil é identificar onde, como e o porquê da situação atual, e buscar desatar e desburocratizar a economia, pois não há recursos para tantas bondades públicas. Sempre tem alguém pagando a conta, assim, é preciso ter vontade política com a implantação de um plano sério e eficaz para o país, chamando as forças políticas a participar concretamente de um projeto para o Brasil.

Todos os brasileiros, indistintamente, precisam ter a compreensão que não há almoço grátis. Acabou a política de apenas receber o peixe, mas ter coragem e iniciativa de enfrentar os desafios e ensinar a pescar, pois, afinal todos sabem que ninguém constrói riqueza com a conta negativa.

Valdir Colatto, deputado federal

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